sexta-feira, 25 de abril de 2008

terça-feira, 22 de abril de 2008

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Não te cases, papá! de Fina Casalderrey

Não te Cases, Papá!, de Fina Casalderrey

"Tudo se tornou cinzento para Hélia. E o pior não é o ter de convalescer num hospital, depois de uma operação à apendicite, o pior é ter de aguentar essa bruxa da Berta, que quer tirá-la ao pai e aos irmãos. A presença de Berta, sentida como uma intolerável intromissão, despertará em Hélia a recordação da mãe, falecida três anos antes e, com ela, um turbilhão de emoções: raiva, nostalgia, dor..."

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Falar verdade a mentir

Dia 16 de Maio, vamos assistir à dramatização de Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett, pelo Teatro Actus.



"Em “Falar Verdade a Mentir”, Almeida Garrett põe em cena os próprios dispositivos teatrais. José Félix, o criado particular de um General, tudo fará para tornar credíveis as mentiras de Duarte, pretendente de Amália, ama de Joaquina. O motivo: desse casamento depende o seu casamento com Joaquina, que por acaso até tem um dote. Brás Ferreira, pai de Amália, preparado para apanhar Duarte numa das suas muitas mentiras e cancelar o casamento, é o espectador por excelência da peça encenada e corporizada por José Félix. Quanto a Duarte, acaba por ficar convencido de que não diz senão verdades. Os exageros românticos, o fluir constante das mentiras de Duarte e a comicidade das personagens interpretadas por José Félix, adquirem vida numa encenação que se inspirou na vivacidade da valsa, a dança romântica cujo ritmo acompanha o compasso do nosso espanto perante esta delirante comédia de enganos." (sinopse elaborada pelo Teatro Actus).

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Do Aquário ao Sermão de "Sermão de Santo António aos Peixes"


"A primeira coisa que me desedifica de vós - peixes - É QUE VÓS VOS COMEIS UNS AOS OUTROS. Não só vos comeis uns aos outros, SENÃO QUE OS GRANDES COMEM OS PEQUENOS. Se fora pelo contrário, era menos mal. Se os pequenos comessem os grandes, bastaria um grande para muitos pequenos; mas, como os grandes comem os pequenos, NÃO BASTAM 100 PEQUENOS, nem 1.000, PARA UM SÓ GRANDE, e, para que vejais que estes comidos na terra são os pequenos, e pelos modos que vós vos comeis no mar...OS HOMENS, COM SUAS MÁS E PERVERSAS COBIÇAS, vêm a ser como os peixes, que se comem uns aos outros...Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo, mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, QUERO QUE O VEJAIS NOS HOMENS. Olhai, peixes, lá do mar para a terra...cuidais que só os tapuias (índios) se comem uns aos outros?. Muito maior açougue é o de cá, MUITO MAIS SE COMEM OS BRANCOS".

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Kitty, por Joana Lucas (texto e imagem)


Quando fiz um ano recebi um peluche que era a Hello KItty. Esse peluche acompanhou-me e continua a acompanhar-me. Como a Kitty é enorme, às vezes quando me sinto sozinha ou triste, e como não tenho irmãos agarro-me ao peluche para me reconfortar. Mesmo quando mudei de casa, a Kitty também veio. Aqui, eu continuo a estimá-la, porque quero que ela me acompanhe o máximo de tempo possível.
Joana
Nº13
8ºF

Mundo em que vivi, de Ilse Losa


O Mundo em que vivi é um livro de Ilse Losa, que nasceu na Alemanha, e que na altura da Primeira Guerra Mundial teve que fugir da Alemanha apenas por ser judia. A protagonista da obra chama-se Rose e conta-nos os rituais da religião judaica ao mesmo tempo que acompanhamos a transição da adolescência para a idade adulta.

Joana Lucas

domingo, 6 de abril de 2008

Falar verdade a mentir, de Almeida Garrett



Este período vamos estudar Falar verdade a mentir, de Almeida Garrett. A obra está disponível em pdf aqui.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O Gil


Eu desde a minha infância, tenho tido sempre um companheiro, e esse companheiro é o Gil (mascote da Expo 98). Ele dormia comigo e ia comigo para todo o lado. Agora é o novo amigo do meu mano, fico contente por saber que o meu amigo Gil, ainda tem "força" para cuidar do meu peste favorito. O Gil esteve presente em todos, ou, em quase todos os momentos da minha infância até aos meus 10, 11 anos. Começo a ter saudades dele, mas sei que neste momento o meu irmão precisa mais dele do que eu. O Gil é muito giro, tem um penteado muito engraçado, usa sapatilhas e tudo, ele é um querido....

Liliana Patricia da Conceição Monteiro

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Oficina de Escrita


O poema de Adília lopes foi insparição para a recordação de objectos marcantes da nossa infância:

O Anel, de Rute

Quando eu era pequenina, com idade entre os 3 e os 4 anos recebi um anel da minha avó. É um anel cor-de-rosa e branco, que era dela e que eu cobiçava há muito. Normalmente, ela dava-me dinheiro, mas naquele dia deu-me o seu anel. Adoro-o porque foi ela quem mo deu e porque é muito bonito! É o objecto que eu mais estimo e que desde a minha tenra infância. Espero nunca o perder, pois ele é muito especial para mim, e traz-me boas recordações da minha avó.

Barbie, Sandra Cabral

Há dez anos que me acompanhas. Desde o Natal em que te recebi que és uma parceira de brinacdeiras e confidente de segredos. Agora, ligo-te menos, mas lembro com carinho do tempo em que brincávamos. Continuas no meu quarto e no meu coração.


A Barbie, da Xana

Em pequena, recebi uma Barbie que foi muito importante. Sentia-me a pessoa mais feliz do mundo quando brincava com ela. Levava-a comigo para todo o lado: ela falava, brincava, ria, mexia-se, cantava ou assim parecia. Um dia, sem querer, partiu-se- Fiquei muito triste, pois apesar de ter outras Barbies, aquela era especial.


Os desastres da boneca de Sofia, de Adília Lopes


Os desastres da boneca de Sofia



Era uma linda boneca de cera
loira de olhos azuis
enviada pelo pai de Paris
tinha um vestido de fustão
e sapatinhos de verniz
estava muito bem embrulhada
foi a criada quem desatou os cordéis
porém segundo Paulo a boneca não era forte
Sofia para lhe dar boas cores
pô-la ao sol
e a boneca cegou
como se lavam as crianças
deu-lhe banho com água sabão e uma esponja
e a boneca descorou
frisou-a com papelotes e um ferro quente
e a boneca ficou calva
de outra vez ensinou-a a fazer habilidades
pendurou-a por um cordão
e a boneca caiu
e a boneca ficou com um braço
mais curto do que o outro braço
um belo dia Sofia deu-lhe um escalda pés
e a boneca ficou sem pés
enfim Sofia fê-la trepar a uma árvore
ao cair a cabeça da boneca bateu numas pedras
e fez-se em mil pedaços
e a boneca velha sem cor
sem pés sem cabeça calva
que ninguém amava já
de que ninguém tinha saudades
feia como um bode
teve um alegre enterro
e uma sepultura com dois lilases
foi a enterrar coberta por um pano
de seda cor-de-rosa numa caixa de amêndoas
transportada num andor com argolas
para duas pessoas apenas
o que foi uma pena.


Adília Lopes