sexta-feira, 25 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Não te cases, papá! de Fina Casalderrey

"Tudo se tornou cinzento para Hélia. E o pior não é o ter de convalescer num hospital, depois de uma operação à apendicite, o pior é ter de aguentar essa bruxa da Berta, que quer tirá-la ao pai e aos irmãos. A presença de Berta, sentida como uma intolerável intromissão, despertará em Hélia a recordação da mãe, falecida três anos antes e, com ela, um turbilhão de emoções: raiva, nostalgia, dor..."
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Falar verdade a mentir

"Em “Falar Verdade a Mentir”, Almeida Garrett põe em cena os próprios dispositivos teatrais. José Félix, o criado particular de um General, tudo fará para tornar credíveis as mentiras de Duarte, pretendente de Amália, ama de Joaquina. O motivo: desse casamento depende o seu casamento com Joaquina, que por acaso até tem um dote.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Do Aquário ao Sermão de "Sermão de Santo António aos Peixes"

segunda-feira, 7 de abril de 2008
Kitty, por Joana Lucas (texto e imagem)

Mundo em que vivi, de Ilse Losa

domingo, 6 de abril de 2008
Falar verdade a mentir, de Almeida Garrett

Este período vamos estudar Falar verdade a mentir, de Almeida Garrett. A obra está disponível em pdf aqui.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
O Gil

Liliana Patricia da Conceição Monteiro
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Oficina de Escrita

O Anel, de Rute
Quando eu era pequenina, com idade entre os 3 e os 4 anos recebi um anel da minha avó. É um anel cor-de-rosa e branco, que era dela e que eu cobiçava há muito. Normalmente, ela dava-me dinheiro, mas naquele dia deu-me o seu anel. Adoro-o porque foi ela quem mo deu e porque é muito bonito! É o objecto que eu mais estimo e que desde a minha tenra infância. Espero nunca o perder, pois ele é muito especial para mim, e traz-me boas recordações da minha avó.
Barbie, Sandra Cabral
Há dez anos que me acompanhas. Desde o Natal em que te recebi que és uma parceira de brinacdeiras e confidente de segredos. Agora, ligo-te menos, mas lembro com carinho do tempo em que brincávamos. Continuas no meu quarto e no meu coração.
A Barbie, da Xana
Em pequena, recebi uma Barbie que foi muito importante. Sentia-me a pessoa mais feliz do mundo quando brincava com ela. Levava-a comigo para todo o lado: ela falava, brincava, ria, mexia-se, cantava ou assim parecia. Um dia, sem querer, partiu-se- Fiquei muito triste, pois apesar de ter outras Barbies, aquela era especial.
Os desastres da boneca de Sofia, de Adília Lopes

Os desastres da boneca de Sofia
Era uma linda boneca de cera
loira de olhos azuis
enviada pelo pai de Paris
tinha um vestido de fustão
e sapatinhos de verniz
estava muito bem embrulhada
foi a criada quem desatou os cordéis
porém segundo Paulo a boneca não era forte
Sofia para lhe dar boas cores
pô-la ao sol
e a boneca cegou
como se lavam as crianças
deu-lhe banho com água sabão e uma esponja
e a boneca descorou
frisou-a com papelotes e um ferro quente
e a boneca ficou calva
de outra vez ensinou-a a fazer habilidades
pendurou-a por um cordão
e a boneca caiu
e a boneca ficou com um braço
mais curto do que o outro braço
um belo dia Sofia deu-lhe um escalda pés
e a boneca ficou sem pés
enfim Sofia fê-la trepar a uma árvore
ao cair a cabeça da boneca bateu numas pedras
e fez-se em mil pedaços
e a boneca velha sem cor
sem pés sem cabeça calva
que ninguém amava já
de que ninguém tinha saudades
feia como um bode
teve um alegre enterro
e uma sepultura com dois lilases
foi a enterrar coberta por um pano
de seda cor-de-rosa numa caixa de amêndoas
transportada num andor com argolas
para duas pessoas apenas
o que foi uma pena.
Adília Lopes